A construção civil nos últimos anos favoreceu a negociação de produtos cerâmicos e trouxe boas expectativas aos ceramistas. As vendas foram aquecidas e a criação de programas  do Governo Federal tornou possível o desenvolvimento das cerâmicas do país.

E, como em qualquer segmento, a disputa para efetivar os melhores negócios é definida a partir da qualidade do produto ofertado. Entre as exigências está a conformidade do produto com as normas da ABNT. Este pré-requisito garante a confiabilidade do produto e a segurança da construção. O ceramista que não normatiza o seu produto fica para trás no mercado e perde oportunidade de realizar negócios rentáveis.

A realização dos ensaios é executada em laboratórios credenciados e dispostos nas mais diversas regiões do país. Os testes são específicos para cada produto e seguem as determinações da ABNT. No caso dos blocos e telhas cerâmicas, as Normas relacionadas são a NBR 15270 e NBR 15310, que determina ensaios de dimensões, desvio, área bruta, massa, resistência, impermeabilidade, flexão e absorção de água. Nos ensaios realizados em laje as Normas estabelecidas são a NBR 14859 e a NBR 15270, onde são verificadas as dimensões e a carga de ruptura. Já os testes da matéria-prima, avalia questões como a perda de fogo, umidade e extrusão, secagem, queima, absorção, porosidade, cor e curva.

A conquista do PSQ é um processo simples e se dá através da realização de três ensaios consecutivos no material produzido, a partir da conformidade com a Norma, a empresa passa a ser qualificada. A cada três meses, a manutenção de um novo ensaio é realizada com a execução de um novo ensaio.

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Fonte adaptada: Intervalo Cerâmico, nº 8, ano XI.

Foto: João Neto